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Comunicação Política

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18
Fev11

3.7 Cartões

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O formato mais vulgar dos cartões é o de um cartão de crédito.


Pretende-se que as pessoas guardem o documento.

Por isso, o conteúdo é personalizado e tem algo de útil ou interessante para garantir um “tempo de vida” significativo. É o caso da imagem ao lado em que o PSD roduziu um horário escolar.
Com frequência recorre-se a um calendário.

 

Uma outra utilização, desenvolvida pela campanha do PS nas eleições legislativas de 1985, em que apresentou Almeida Santos como candidato a Primeiro-ministro, foi um desdobrável com o calendário do campeonato nacional de futebol.

Outro exemplo: o Labour, que em 1997 era acusado de não cumprir as promessas, distribuiu um cartão com o slogan da campanha e a assinatura de Tony Blair, e no verso as principais promessas eleitorais.

Cinco medidas com o seguinte enquadramento:  «Guarde este cartão e verifique que vamos cumprir as nossas promessas».

Devido ao formato do documento, a mensagem é simples e directa.
Constam apenas as ideias essenciais da candidatura.
Tão simples como os votos de boas festas.

Há quem recorra a outra tipo de mensagens, igualmente simples mas centradas na imagem do candidato.

 

Na face principal do cartão o elemento central é a foto de Paulo Portas.

No verso encontram-se as prioridades, as promessas centrais do então candidato à Câmara de Lisboa.

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